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quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Ùlceras varicosas

Ùlceras varicosas






O seu tratamento, mesmo quando realizado de modo adequado, costuma ser prolongado, requer acompanhamento médico, curativos diários e muito repouso
As úlceras varicosas, em sua grande maioria, surgem como conseqüência do agravamento de moléstias vasculares venosas. Podem iniciar de forma espontânea, desencadeadas por picadas de insetos, apresentando pruridos. Surgem então pequenas lesões, principalmente nas regiões próximas ao tornozelo, que se agravam gerando úlceras que freqüentemente cronificam pela falta de cuidados. O seu tratamento, mesmo quando realizado de modo adequado, costuma ser prolongado e requer acompanhamento médico, curativos diários e muito repouso.



Tratamento das Úlceras Varicosas

Este manual de orientação tem por objetivo auxiliar a todas as pessoas interessadas em prestar assistência a pacientes portadores de úlceras varicosas a partir do conhecimento de medidas simples e praticáveis que contribuem para uma transformação gradual na conduta de vida do paciente.



Orientações básicas

Avaliação. A primeira iniciativa deverá concentrar-se em obter a indicação de uma avaliação médica especializada - realizada por um Angiologista - o mais rápido possível. Estabelecido o diagnóstico de úlcera varicosa e determinadas as condutas do tratamento, caberá aos agentes de saúde incentivar e ajudar o portador desta enfermidade a seguir rigorosamente as orientações médicas prescritas.



Repouso



É fundamental, em se tratando de úlcera varicosa, observar o repouso prolongado com pernas elevadas. Deverão ser usadas ataduras elásticas ou meias elásticas sobre o curativo, principalmente pacientes que levam uma vida mais ativa e naqueles em que a úlcera está em fase de cicatrização. Este procedimento reduz o acúmulo de sangue venoso na região, ajudando a acelerar o processo de cura.



Alimentação



O portador de úlceras varicosas deverá alimentar-se de forma mais natural (frutas, verduras e legumes), incluir em sua dieta as carnes magras, evitando ao máximo o consumo de alimentos gordurosos, diminuir a ingestão de salgados e doces, não fumar e nem fazer uso de bebidas alcoólicas.



Curativo diário



Os curativos devem ser feitos diariamente, considerando as condições de higiene como imprescindíveis antes, durante e após o procedimento. Sempre que perceber alguma mudança no aspecto da úlcera, retorne ou leve o paciente imediatamente ao médico.





Seqüência prática de curativo simples residencial



Antes de mais nada, lembre-se: o curativo ideal é aquele realizado com a supervisão de um médico.



Mantenha cuidados de higiene geral: utilize apenas materiais limpos e guardados separadamente. Todo o lixo deve ser descartado em sacos plásticos e rapidamente eliminado.



Recomendamos fazer o curativo sempre com cuidados de higiene geral, mantendo o material a ser usado limpo e guardado separadamente. O lixo deve ser ensacado e rapidamente eliminado.



Curativo de úlcera varicosa - Orientação Prática







1. Como organizar o material a ser utilizado

Observe e separe com cuidado os materiais que serão utilizados no curativo:



• Gaze cortada em compressas se possível esterilizadas



• Soro fisiológico ou água filtrada (água natural filtrada é mais recomendada para as úlceras em processo de cicatrização, pois não agride os tecidos em granulação que são muito sensíveis)



• Álcool hidratado a 70% (preparar com álcool comum de 96% na proporção de três partes deste álcool para 1 parte de soro fisiológico ou água filtrada). O álcool diluído nesta concentração, além de ser menos doloroso, tem maior ação sobre as bactérias, devendo ser usado principalmente em torno do ferimento.



• Luvas descartáveis de preferência (existem aquelas feitas de plástico poliuretano, bem acessíveis)



• Recipiente para apoio da perna ou pé, coberto com plástico e toalha de papel descartável. Uma sugestão é utilizar sacos plásticos ou bolsas de plástico de supermercado que podem recobrir uma bacia plástica. Terminado o curativo é só fechar o saco plástico e o lixo já estará ensacado e pronto para ser eliminado, evitando assim a permanência de insetos no local e prevenindo contaminações.



2. Como fazer a troca do curativo diário

Prepare o material básico descrito acima num local tranqüilo, bem iluminado e arejado. Proceda da seguinte forma:



• Lave as mãos e coloque as luvas



• Prepare o paciente colocando abaixo do membro afetado o recipiente coberto por saco plástico e papel toalha



• Retire o curativo anterior com cuidado para não ferir a pele próxima à úlcera. Use soro fisiológico ou água filtrada para ajudar a soltar as gazes que estiverem muito aderidas ao ferimento



Importante: observe com atenção a quantidade e o tipo de secreção, pois estas informações são muito importantes e deverão ser repassadas ao médico sempre que este estiver reavaliando o paciente.



• Lave o local da úlcera com soro fisiológico ou água filtrada, passando suavemente gazes embebidas nestas soluções sobre o ferimento até remover as secreções. Caso encontre secreção em grande quantidade, repita o procedimento de limpeza trocando sempre a gaze até deixar o interior da ferida bem limpo. Não proceda à limpeza de maneira brusca e forçada, para não provocar sangramentos ou agredir células novas em granulação, principalmente na fase de cicatrização.



• Em torno da úlcera, passe uma gaze embebida em álcool a 70% para criar uma barreira aos germes externos.



• Utilize, sobre a úlcera, somente a medicação indicada pelo médico, evitando emplastar com muita pomada ou creme. Poderão ser associados vários anti-sépticos, aplicados sempre sob especificações corretas e com conhecimento médico. Evite improvisar ou misturar com soluções caseiras, que podem provocar reações alérgicas no local do ferimento, retardando, assim, o processo de cura.



• Coloque a gaze sobre o ferimento em quantidade suficiente para protegê-lo bem e enrole com atadura de crepom prendendo-a com fita adesiva ou esparadrapo. Evite amarrar ou colocar qualquer adesivo em contato direto com a pele.



• Oriente o paciente para permanecer a maior parte do tempo possível com as pernas elevadas ao nível do coração, pois quanto mais tempo permanecer nesta posição mais rápido será a cura da úlcera varicosa.



• Finalmente, oriente o paciente a não interromper a medicação sem o conhecimento do médico e sempre que tiver alguma dúvida, sensações dolorosas ou aspecto de agravamento do ferimento, com coloração e odores fortes, antecipar a revisão médica para não correr risco de complicações.



• Uma vez curada a úlcera, é fundamental manter as condutas preventivas para que não ocorram recidivas de novas úlceras. As revisões médicas periódicas são extremamente importantes para avaliar o sistema circulatório e controlar quaisquer desvios.

Ùlceras varicosas

Ùlceras varicosas

O seu tratamento, mesmo quando realizado de modo adequado, costuma ser prolongado, requer acompanhamento médico, curativos diários e muito repouso
As úlceras varicosas, em sua grande maioria, surgem como conseqüência do agravamento de moléstias vasculares venosas. Podem iniciar de forma espontânea, desencadeadas por picadas de insetos, apresentando pruridos. Surgem então pequenas lesões, principalmente nas regiões próximas ao tornozelo, que se agravam gerando úlceras que freqüentemente cronificam pela falta de cuidados. O seu tratamento, mesmo quando realizado de modo adequado, costuma ser prolongado e requer acompanhamento médico, curativos diários e muito repouso.

Tratamento das Úlceras Varicosas
Este manual de orientação tem por objetivo auxiliar a todas as pessoas interessadas em prestar assistência a pacientes portadores de úlceras varicosas a partir do conhecimento de medidas simples e praticáveis que contribuem para uma transformação gradual na conduta de vida do paciente.

Orientações básicas
Avaliação. A primeira iniciativa deverá concentrar-se em obter a indicação de uma avaliação médica especializada - realizada por um Angiologista - o mais rápido possível. Estabelecido o diagnóstico de úlcera varicosa e determinadas as condutas do tratamento, caberá aos agentes de saúde incentivar e ajudar o portador desta enfermidade a seguir rigorosamente as orientações médicas prescritas.

Repouso

É fundamental, em se tratando de úlcera varicosa, observar o repouso prolongado com pernas elevadas. Deverão ser usadas ataduras elásticas ou meias elásticas sobre o curativo, principalmente pacientes que levam uma vida mais ativa e naqueles em que a úlcera está em fase de cicatrização. Este procedimento reduz o acúmulo de sangue venoso na região, ajudando a acelerar o processo de cura.

Alimentação

O portador de úlceras varicosas deverá alimentar-se de forma mais natural (frutas, verduras e legumes), incluir em sua dieta as carnes magras, evitando ao máximo o consumo de alimentos gordurosos, diminuir a ingestão de salgados e doces, não fumar e nem fazer uso de bebidas alcoólicas.

Curativo diário

Os curativos devem ser feitos diariamente, considerando as condições de higiene como imprescindíveis antes, durante e após o procedimento. Sempre que perceber alguma mudança no aspecto da úlcera, retorne ou leve o paciente imediatamente ao médico.


Seqüência prática de curativo simples residencial

Antes de mais nada, lembre-se: o curativo ideal é aquele realizado com a supervisão de um médico.

Mantenha cuidados de higiene geral: utilize apenas materiais limpos e guardados separadamente. Todo o lixo deve ser descartado em sacos plásticos e rapidamente eliminado.

Recomendamos fazer o curativo sempre com cuidados de higiene geral, mantendo o material a ser usado limpo e guardado separadamente. O lixo deve ser ensacado e rapidamente eliminado.

Curativo de úlcera varicosa - Orientação Prática



1. Como organizar o material a ser utilizado
Observe e separe com cuidado os materiais que serão utilizados no curativo:

• Gaze cortada em compressas se possível esterilizadas

• Soro fisiológico ou água filtrada (água natural filtrada é mais recomendada para as úlceras em processo de cicatrização, pois não agride os tecidos em granulação que são muito sensíveis)

• Álcool hidratado a 70% (preparar com álcool comum de 96% na proporção de três partes deste álcool para 1 parte de soro fisiológico ou água filtrada). O álcool diluído nesta concentração, além de ser menos doloroso, tem maior ação sobre as bactérias, devendo ser usado principalmente em torno do ferimento.

• Luvas descartáveis de preferência (existem aquelas feitas de plástico poliuretano, bem acessíveis)

• Recipiente para apoio da perna ou pé, coberto com plástico e toalha de papel descartável. Uma sugestão é utilizar sacos plásticos ou bolsas de plástico de supermercado que podem recobrir uma bacia plástica. Terminado o curativo é só fechar o saco plástico e o lixo já estará ensacado e pronto para ser eliminado, evitando assim a permanência de insetos no local e prevenindo contaminações.

2. Como fazer a troca do curativo diário
Prepare o material básico descrito acima num local tranqüilo, bem iluminado e arejado. Proceda da seguinte forma:

• Lave as mãos e coloque as luvas

• Prepare o paciente colocando abaixo do membro afetado o recipiente coberto por saco plástico e papel toalha

• Retire o curativo anterior com cuidado para não ferir a pele próxima à úlcera. Use soro fisiológico ou água filtrada para ajudar a soltar as gazes que estiverem muito aderidas ao ferimento

Importante: observe com atenção a quantidade e o tipo de secreção, pois estas informações são muito importantes e deverão ser repassadas ao médico sempre que este estiver reavaliando o paciente.

• Lave o local da úlcera com soro fisiológico ou água filtrada, passando suavemente gazes embebidas nestas soluções sobre o ferimento até remover as secreções. Caso encontre secreção em grande quantidade, repita o procedimento de limpeza trocando sempre a gaze até deixar o interior da ferida bem limpo. Não proceda à limpeza de maneira brusca e forçada, para não provocar sangramentos ou agredir células novas em granulação, principalmente na fase de cicatrização.

• Em torno da úlcera, passe uma gaze embebida em álcool a 70% para criar uma barreira aos germes externos.

• Utilize, sobre a úlcera, somente a medicação indicada pelo médico, evitando emplastar com muita pomada ou creme. Poderão ser associados vários anti-sépticos, aplicados sempre sob especificações corretas e com conhecimento médico. Evite improvisar ou misturar com soluções caseiras, que podem provocar reações alérgicas no local do ferimento, retardando, assim, o processo de cura.

• Coloque a gaze sobre o ferimento em quantidade suficiente para protegê-lo bem e enrole com atadura de crepom prendendo-a com fita adesiva ou esparadrapo. Evite amarrar ou colocar qualquer adesivo em contato direto com a pele.

• Oriente o paciente para permanecer a maior parte do tempo possível com as pernas elevadas ao nível do coração, pois quanto mais tempo permanecer nesta posição mais rápido será a cura da úlcera varicosa.

• Finalmente, oriente o paciente a não interromper a medicação sem o conhecimento do médico e sempre que tiver alguma dúvida, sensações dolorosas ou aspecto de agravamento do ferimento, com coloração e odores fortes, antecipar a revisão médica para não correr risco de complicações.

• Uma vez curada a úlcera, é fundamental manter as condutas preventivas para que não ocorram recidivas de novas úlceras. As revisões médicas periódicas são extremamente importantes para avaliar o sistema circulatório e controlar quaisquer desvios.

Hipertensão

Hipertensão

O coração é uma bomba eficiente que bate de 60 a 80 vezes por minuto durante toda a nossa vida e impulsiona de 5 a 6 litros de sangue por minuto para todo o corpo.
Pressão arterial é a força com a qual o coração bombeia o sangue através dos vasos. É determinada pelo volume de sangue que sai do coração e a resistência que ele encontra para circular no corpo.
Ela pode ser modificada pela variação do volume de sangue ou viscosidade (espessura) do sangue, da freqüência cardíaca (batimentos cardíacos por minuto) e da elasticidade dos vasos. Os estímulos hormonais e nervosos que regulam a resistência sangüínea sofrem a influência pessoal e ambiental.
O que é?
Hipertensão arterial é a pressão arterial acima de 140x90 mmHg (milímetros de mercúrio) em adultos com mais de 18 anos, medida em repouso de quinze minutos e confirmada em três vezes consecutivas e em várias visitas médicas.
Elevações ocasionais da pressão podem ocorrer com exercícios físicos, nervosismo, preocupações, drogas, alimentos, fumo, álcool e café.
Cuidados para medir a pressão arterial
Alguns cuidados devem ser tomados, quando se verifica a pressão arterial:

 










repouso de 15 minutos em ambiente calmo e agradável
a bexiga deve estar vazia (urinar antes)
após exercícios, álcool, café ou fumo aguardar 30 minutos para medir
o manguito do aparelho de pressão deve estar firme e bem ajustado ao braço e ter a largura de 40% da circunferência do braço,sendo que este deve ser mantido na altura do coração
não falar durante o procedimento
esperar 1 a 2 minutos entre as medidas
manguito especial para crianças e obesos devem ser usados
a posição sentada ou deitada é a recomendada na rotina das medidas
vale a medida de menor valor obtido
Níveis de pressão arterial
A pressão arterial é considerada normal quando a pressão sistólica (máxima) não ultrapassar a 130 e a diastólica (mínima) for inferior a 85 mmHg.
De acordo com a situação clínica, recomenda-se que as medidas sejam repetidas pelo menos em duas ou mais visitas clínicas.
No quadro abaixo, vemos as variações da pressão arterial normal e hipertensão em adultos maiores de 18 anos em mmHg:

 








SISTÓLICA DIASTÓLICA Nível
130 85 Normal
130-139 85- 89 Normal limítrofe
140 -159 90 - 99 Hipertensão leve
160-179 100-109 Hipertensão moderada
> 179 > 109 Hipertensão grave
> 140 >90 Hipertensão sistólica ou máxima
No Brasil 10 a 15% da população é hipertensa. A maioria das pessoas desconhece que são portadoras de hipertensão.
A hipertensão arterial pode ser sistólica e diastólica (máxima e mínima) ou só sistólica (máxima). A maioria desses indivíduos, 95%, tem hipertensão arterial chamada de essencial ou primária (sem causa) e 5% têm hipertensão arterial secundária a uma causa bem definida.
O achado de hipertensão arterial é elevado nos obesos 20 a 40%, diabéticos 30 a 60%, negros 20 a 30% e idosos 30 a 50%. Nos idosos, quase sempre a hipertensão é só sistólica ou máxima.
Hipertensão arterial sistêmica
A hipertensão arterial sistêmica é uma doença crônica que, quando não tratada e controlada adequadamente, pode levar a complicações que podem atingir outros órgãos e sistemas.

 






No sistema nervoso central podem ocorrer infartos, hemorragia e encefalopatia hipertensiva.
No coração, pode ocorrer cardiopatia isquêmica (angina), insuficiência cardíaca, aumento do coração e, em alguns casos, morte súbita.
Nos pacientes com insuficiência renal crônica associada sempre ocorre nefroesclerose.
No sistema vascular, pode ocorrer entupimentos e obstruções das artérias carótidas, aneurisma de aorta e doença vascular periférica dos membros inferiores.
No sistema visual, há retinopatia que reduz muito a visão dos pacientes.
Perguntas que você pode fazer ao seu médico
O que é pressão alta?
Qual o nível da minha pressão?
Devo fazer verificação da minha pressão em casa?
O que pode me acontecer se eu não tratar a pressão alta?
Quais os efeitos colaterais do tratamento?

Hipertensão

Hipertensão

O coração é uma bomba eficiente que bate de 60 a 80 vezes por minuto durante toda a nossa vida e impulsiona de 5 a 6 litros de sangue por minuto para todo o corpo.
Pressão arterial é a força com a qual o coração bombeia o sangue através dos vasos. É determinada pelo volume de sangue que sai do coração e a resistência que ele encontra para circular no corpo.
Ela pode ser modificada pela variação do volume de sangue ou viscosidade (espessura) do sangue, da freqüência cardíaca (batimentos cardíacos por minuto) e da elasticidade dos vasos. Os estímulos hormonais e nervosos que regulam a resistência sangüínea sofrem a influência pessoal e ambiental.
O que é?
Hipertensão arterial é a pressão arterial acima de 140x90 mmHg (milímetros de mercúrio) em adultos com mais de 18 anos, medida em repouso de quinze minutos e confirmada em três vezes consecutivas e em várias visitas médicas.
Elevações ocasionais da pressão podem ocorrer com exercícios físicos, nervosismo, preocupações, drogas, alimentos, fumo, álcool e café.
Cuidados para medir a pressão arterial
Alguns cuidados devem ser tomados, quando se verifica a pressão arterial:
 
repouso de 15 minutos em ambiente calmo e agradável
a bexiga deve estar vazia (urinar antes)
após exercícios, álcool, café ou fumo aguardar 30 minutos para medir
o manguito do aparelho de pressão deve estar firme e bem ajustado ao braço e ter a largura de 40% da circunferência do braço,sendo que este deve ser mantido na altura do coração
não falar durante o procedimento
esperar 1 a 2 minutos entre as medidas
manguito especial para crianças e obesos devem ser usados
a posição sentada ou deitada é a recomendada na rotina das medidas
vale a medida de menor valor obtido
Níveis de pressão arterial
A pressão arterial é considerada normal quando a pressão sistólica (máxima) não ultrapassar a 130 e a diastólica (mínima) for inferior a 85 mmHg.
De acordo com a situação clínica, recomenda-se que as medidas sejam repetidas pelo menos em duas ou mais visitas clínicas.
No quadro abaixo, vemos as variações da pressão arterial normal e hipertensão em adultos maiores de 18 anos em mmHg:
 
SISTÓLICA DIASTÓLICA Nível
130 85 Normal
130-139 85- 89 Normal limítrofe
140 -159 90 - 99 Hipertensão leve
160-179 100-109 Hipertensão moderada
> 179 > 109 Hipertensão grave
> 140 >90 Hipertensão sistólica ou máxima
No Brasil 10 a 15% da população é hipertensa. A maioria das pessoas desconhece que são portadoras de hipertensão.
A hipertensão arterial pode ser sistólica e diastólica (máxima e mínima) ou só sistólica (máxima). A maioria desses indivíduos, 95%, tem hipertensão arterial chamada de essencial ou primária (sem causa) e 5% têm hipertensão arterial secundária a uma causa bem definida.
O achado de hipertensão arterial é elevado nos obesos 20 a 40%, diabéticos 30 a 60%, negros 20 a 30% e idosos 30 a 50%. Nos idosos, quase sempre a hipertensão é só sistólica ou máxima.
Hipertensão arterial sistêmica
A hipertensão arterial sistêmica é uma doença crônica que, quando não tratada e controlada adequadamente, pode levar a complicações que podem atingir outros órgãos e sistemas.
 
No sistema nervoso central podem ocorrer infartos, hemorragia e encefalopatia hipertensiva.
No coração, pode ocorrer cardiopatia isquêmica (angina), insuficiência cardíaca, aumento do coração e, em alguns casos, morte súbita.
Nos pacientes com insuficiência renal crônica associada sempre ocorre nefroesclerose.
No sistema vascular, pode ocorrer entupimentos e obstruções das artérias carótidas, aneurisma de aorta e doença vascular periférica dos membros inferiores.
No sistema visual, há retinopatia que reduz muito a visão dos pacientes.
Perguntas que você pode fazer ao seu médico
O que é pressão alta?
Qual o nível da minha pressão?
Devo fazer verificação da minha pressão em casa?
O que pode me acontecer se eu não tratar a pressão alta?
Quais os efeitos colaterais do tratamento?

Novo teste para diagnosticar tuberculose será testado em Manaus

Novo teste para diagnosticar tuberculose será testado em Manaus

Além da capital amazonense, somente a cidade do Rio de Janeiro foi selecionada para uso da nova tecnologia de diagnóstico.

Manaus e Rio de Janeiro são as duas cidades selecionadas pelo Ministério da Saúde (MS), para implantação, em todo o País, do teste rápido para o diagnóstico da tuberculose pulmonar. Os estudos fazem parte do Programa Nacional de Controle da Tuberculose (PNCT). O Laboratório Distrital Leste (LDL), da Prefeitura de Manaus, vai começar a realizar os testes a partir da próxima segunda-feira.
De acordo com o secretário municipal de Saúde, Francisco Deodato, em Manaus, além do LDL, da Secretaria Municipal de Saúde (Semsa), farão parte do estudo a Policlínica Cardoso Fontes e a Fundação de Medicina Tropical Dr. Heitor Vieira Dourado (FMT-HVD), ambas unidades da rede estadual de saúde, que devem passar a utilizar o novo método de diagnóstico a partir de abril e maio, respectivamente.
O novo método já recebeu o aval da Organização Mundial de Saúde (OMS). O secretário Francisco Deodato, observa, no entanto, que para implementar o teste no Sistema Único de Saúde (SUS), o Comitê de Incorporação de Tecnologia (Citec), do MS, exige dados nacionais que demonstrem o impacto significativo do método na saúde pública, a um custo acessível e justificável, daí a escolha de Manaus e Rio de Janeiro para a realização deste estudo.
Celeridade
Chamado GeneXpert, o novo método permite chegar ao diagnóstico da doença em menos de duas horas. Outra vantagem é que, além de verificar a presença do bacilo Mycobacterium tuberculosis, o teste também detecta se o paciente é resistente à rifampicina (um dos antibióticos mais eficazes, do esquema de tratamento da doença).
Atualmente, para testar a suscetibilidade do paciente aos medicamentos antimicrobianos, que tratam a tuberculose, utiliza-se o exame de cultura, cujo resultado leva de quatro a oito semanas para ficar disponível. O coordenador da Equipe Técnica de Ações de Controle da Tuberculose, da Semsa, Jair Pinheiro, afirma que a tendência é que o novo método venha mesmo a substituir a baciloscopia, o exame mais utilizado atualmente para o diagnóstico da doença.
Segundo Pinheiro, os estudos têm demonstrado que o método GeneXpert tem uma taxa de sensibilidade (capacidade de detectar a presença do Mycobacterium tuberculosis) de 92%. Na baciloscopia, esta taxa fica em 60%, segundo o coordenador. “Isso permitirá a prescrição precoce de remédios”, frisa o Pinheiro.
Pacientes farão duas testagens
Durante o período do estudo, os pacientes com suspeita clínica de tuberculose pulmonar terão o exame de escarro (amostra de secreção pulmonar) realizado, primeiramente, pelo GeneXpert. Nos casos de resultado positivo, também será feita a baciloscopia – para fins de notificação ao PNCT e à OMS – e recomendado o início do tratamento.
“O objetivo é identificar os resultados discordantes, ou seja, aquelas amostras que foram positivas no GeneXpert, mas negativas na baciloscopia. Isso permitirá dimensionar o número de casos de tuberculose ativa que foi detectado pelo novo método, mas que não teria sido diagnosticado pelo exame tradicional. A informação também será notificada ao PNTC e à OMS”, explica Pinheiro.
As equipes do Laboratório Distrital Leste e dos laboratórios da FMT e do Cardoso Fontes já foram treinadas para a utilização do novo método.


 

 

Novo teste para diagnosticar tuberculose será testado em Manaus

Novo teste para diagnosticar tuberculose será testado em Manaus

Além da capital amazonense, somente a cidade do Rio de Janeiro foi selecionada para uso da nova tecnologia de diagnóstico.

Manaus e Rio de Janeiro são as duas cidades selecionadas pelo Ministério da Saúde (MS), para implantação, em todo o País, do teste rápido para o diagnóstico da tuberculose pulmonar. Os estudos fazem parte do Programa Nacional de Controle da Tuberculose (PNCT). O Laboratório Distrital Leste (LDL), da Prefeitura de Manaus, vai começar a realizar os testes a partir da próxima segunda-feira.
De acordo com o secretário municipal de Saúde, Francisco Deodato, em Manaus, além do LDL, da Secretaria Municipal de Saúde (Semsa), farão parte do estudo a Policlínica Cardoso Fontes e a Fundação de Medicina Tropical Dr. Heitor Vieira Dourado (FMT-HVD), ambas unidades da rede estadual de saúde, que devem passar a utilizar o novo método de diagnóstico a partir de abril e maio, respectivamente.
O novo método já recebeu o aval da Organização Mundial de Saúde (OMS). O secretário Francisco Deodato, observa, no entanto, que para implementar o teste no Sistema Único de Saúde (SUS), o Comitê de Incorporação de Tecnologia (Citec), do MS, exige dados nacionais que demonstrem o impacto significativo do método na saúde pública, a um custo acessível e justificável, daí a escolha de Manaus e Rio de Janeiro para a realização deste estudo.
Celeridade
Chamado GeneXpert, o novo método permite chegar ao diagnóstico da doença em menos de duas horas. Outra vantagem é que, além de verificar a presença do bacilo Mycobacterium tuberculosis, o teste também detecta se o paciente é resistente à rifampicina (um dos antibióticos mais eficazes, do esquema de tratamento da doença).
Atualmente, para testar a suscetibilidade do paciente aos medicamentos antimicrobianos, que tratam a tuberculose, utiliza-se o exame de cultura, cujo resultado leva de quatro a oito semanas para ficar disponível. O coordenador da Equipe Técnica de Ações de Controle da Tuberculose, da Semsa, Jair Pinheiro, afirma que a tendência é que o novo método venha mesmo a substituir a baciloscopia, o exame mais utilizado atualmente para o diagnóstico da doença.
Segundo Pinheiro, os estudos têm demonstrado que o método GeneXpert tem uma taxa de sensibilidade (capacidade de detectar a presença do Mycobacterium tuberculosis) de 92%. Na baciloscopia, esta taxa fica em 60%, segundo o coordenador. “Isso permitirá a prescrição precoce de remédios”, frisa o Pinheiro.
Pacientes farão duas testagens
Durante o período do estudo, os pacientes com suspeita clínica de tuberculose pulmonar terão o exame de escarro (amostra de secreção pulmonar) realizado, primeiramente, pelo GeneXpert. Nos casos de resultado positivo, também será feita a baciloscopia – para fins de notificação ao PNCT e à OMS – e recomendado o início do tratamento.
“O objetivo é identificar os resultados discordantes, ou seja, aquelas amostras que foram positivas no GeneXpert, mas negativas na baciloscopia. Isso permitirá dimensionar o número de casos de tuberculose ativa que foi detectado pelo novo método, mas que não teria sido diagnosticado pelo exame tradicional. A informação também será notificada ao PNTC e à OMS”, explica Pinheiro.
As equipes do Laboratório Distrital Leste e dos laboratórios da FMT e do Cardoso Fontes já foram treinadas para a utilização do novo método.

 

 

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

A Raiva

A Raiva

      É uma doença infecciosa aguda que acomete mamíferos (homens e animais), causada por um vírus que se multiplica e se propaga - via nervos periféricos - até o sistema nervoso central, de onde passa para as glândulas salivares, nas quais também se multiplica.

      O prognóstico é fatal em todos os casos e representa um sério problema de saúde pública.

      A doença expõe grande número de pessoas e animais ao risco de contaminação e os custos necessários para o seu controle ou erradicação são elevados.






Modo de transmissão



      A forma mais comum de transmissão é através de contato com saliva de animal raivoso, seja por mordeduras ou lambeduras de mucosa ou de pele com solução de continuidade. As arranhaduras também têm potencial de contaminação, devido à salivação intensa dos animais doentes, que muitas vezes contaminam suas patas. O contato indireto não é considerado veículo de transmissão, mas há pouca discussão a este respeito na literatura. Outras formas de contágio, embora raras, são: transplante de córnea, via inalatória, via transplacentária e aleitamento materno. Teoricamente, é possível a transmissão de raiva por contato íntimo intradomiciliar ou em unidades de saúde através de secreções infectantes. Entretanto, não há casos registrados com essa epidemiologia.

      A fonte de infecção é o animal infectado pelo vírus rábico. Em áreas urbanas, é principalmente o cão (quase 85% dos casos), seguido do gato. Em áreas rurais, além de cães e gatos, morcegos, macacos e mamíferos domésticos como: bovinos, eqüinos, suínos, caprinos, ovinos. Os animais silvestres são os reservatórios naturais para animais domésticos.






Período de incubação



      No homem, varia de 2 a 10 semanas, em média 45 dias. Porém, há relato na literatura mencionando um período de incubação de até 6 anos. Depende da quantidade de vírus inoculado, proximidade do sistema nervoso central e gravidade da lesão. Em animais silvestres este período é bastante variável, não havendo definição clara para a grande maioria deles.






Período de transmissibilidade



      Ocorre antes do aparecimento dos sintomas e durante o período da doença. No cão e gato este período se inicia de 5 a 3 dias antes dos sintomas.


 

Quadro clínico no homem



      A doença começa com um período prodrômico de sintomas inespecíficos, caracterizados por febre, cefaléia, mal-estar, anorexia, náusea e dor de garganta. Na maioria dos casos há alteração de sensibilidade no local da mordedura, como formigamento, queimação, adormecimento, prurido e/ou dor local. Esse período varia de 2 a 4 dias.

      Posteriormente, instalam-se sintomas de comprometimento do sistema nervoso central, caracterizados inicialmente por ansiedade, inquietude, desorientação, alucinações, comportamento bizarro e até convulsões. As crises convulsivas podem ser desencadeadas por estímulos táteis, auditivos ou visuais. Em cerca de 50% dos casos costuma haver espasmos de faringe e laringe após beber ou mesmo desencadeados pela simples visão da água ou vento no resto (hidrofobia e aerofobia, respectivamente). No homem, são raros os surtos de agressividade, com tendência de atacar ou de morder, característicos da raiva furiosa nos animais. Outros sintomas acompanhantes são hipersalivação, fasciculação muscular e hiperventilação. Esse período dura de 4 a 10 dias.

      Na fase final, instala-se um quadro de paralisia progressiva ascendente e coma no final da evolução.




Quadro clínico no cão



      Como o cão é a principal fonte de infecção para o homem, é importante conhecer os principais sintomas da raiva canina.

      O cão, depois de ser mordido por um animal raivoso, desenvolve a doença num período de 21 dias a 2 meses, em média. Existem 2 formas de raiva canina: a furiosa e a paralítica, dependendo da predominância de uns ou de outros sintomas.

      A forma furiosa caracteriza-se por inquietação, tendência ao ataque, anorexia pela dificuldade de deglutição e latido bitonal, posteriormente paralisia, coma e morte.

      Na forma paralítica, ao contrário da furiosa, não há inquietação ou tendência ao ataque, o cão tende a se isolar e se esconder em locais escuros. Apresenta paralisia de patas traseiras, que progride e o leva à morte. A duração da doença é de 3 a 7 dias.




 Diagnóstico



      O diagnóstico da raiva é feito através do quadro clínico sugestivo e da história clínica do paciente com antecedente de mordedura ou outros tipos de exposição. No diagnóstico da raiva humana, existem várias técnicas laboratoriais para identificação de antígenos ou anticorpos específicos da doença, tais como: reação de imunofluorescência direta, imunofluorescência indireta, soroneutralização e prova biológica. Os materiais a serem examinados incluem: sangue, saliva, bulbo piloso, esfregaço da córnea e tecido nervoso, sendo que este último é retirado do material da necrópsia.






Conduta frente à mordedura



  1. Limpeza do local com água e sabão e desinfecção com álcool ou soluções iodadas, imediatamente após a agressão.




  2. Quando o animal agressor for cão ou gato deve-se observá-lo durante 10 dias para identificar qualquer sintoma sugestivo de raiva; se possível, o animal suspeito deve ser sacrificado e sua cabeça ou seu cérebro deve ser enviado para o Instituto Pasteur, em gelo, para o exame laboratorial.




  3. Procure orientação médica, nos postos de atendimento. 

 Medidas de controle



  1. Tratamento preventivo




  2. Vacinação de cães e gatos anualmente




  3. Captura dos cães errantes, responsáveis pela transmissão da raiva ao cão doméstico e ao homem




  4. Diagnóstico laboratorial dos casos suspeitos




  5. Vigilância Epidemiológica




  6. Orientação educacional para a população em geral, a fim de esclarecer sobre o perigo da doença e seu modo de transmissão. Evitar aproximação de animais estranhos, evitar tocar em animais feridos e não perturbá-los quando estiverem comendo, bebendo ou dormindo.





sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

CONVITE ESPECIAL SOLENIDADE DE ABERTURA DO ANO LETIVO PARA AS ATIVIDADES DE CAPACITAÇĂO E TREINAMENTO PARA EMERGĘNCIAS 2012

CONVITE ESPECIAL SOLENIDADE DE ABERTURA DO ANO LETIVO PARA AS ATIVIDADES DE CAPACITAÇĂO E TREINAMENTO PARA EMERGĘNCIAS 2012

CONVITE ESPECIAL SOLENIDADE DE ABERTURA DO ANO LETIVO PARA AS ATIVIDADES DE CAPACITAÇĂO E TREINAMENTO PARA EMERGĘNCIAS 2012

CONVITE ESPECIAL SOLENIDADE DE ABERTURA DO ANO LETIVO PARA AS ATIVIDADES DE CAPACITAÇĂO E TREINAMENTO PARA EMERGĘNCIAS 2012

Centro de Referência em Obesidade - CFFC

Centro de Referência em Obesidade - CFFC

Para participar do Centro de Referência em Obesidade
é necessário que o paciente tenha o IMC entre
40,0 e 49,9 - Com Comorbidades - exemplos: Hipertensão, Diabetes, Hipotireodismo e outros.
ou acima de: 50,0 sem restrições


      Verifique o seu IMC




Verifique Abaixo




Quando você sabe o seu IMC, você pode assumir a sua construção:




  • IMC menor que 18,5: baixo peso

  • IMC entre 18,5 e 25: peso normal

  • IMC entre 25 e 30: excesso de peso

  • IMC entre 30 e 40: Obesidade

  • IMC acima de 40: obesidade maciça



Centro de Referência em Obesidade - CFFC

Centro de Referência em Obesidade - CFFC

Para participar do Centro de Referência em Obesidade
é necessário que o paciente tenha o IMC entre
40,0 e 49,9 - Com Comorbidades - exemplos: Hipertensão, Diabetes, Hipotireodismo e outros.
ou acima de: 50,0 sem restrições

      Verifique o seu IMC


Verifique Abaixo


Quando você sabe o seu IMC, você pode assumir a sua construção:


  • IMC menor que 18,5: baixo peso
  • IMC entre 18,5 e 25: peso normal
  • IMC entre 25 e 30: excesso de peso
  • IMC entre 30 e 40: Obesidade
  • IMC acima de 40: obesidade maciça

Fim do Horário de Verão

Fim do Horário de Verão

Os relógios deverão ser atrasados em uma hora no final deste sábado (25/02), com o término do horário de verão. Dessa forma, às 0h do domingo, os relógios devem ser ajustados para às 23h, nos estados que aderiram ao horário de verão neste ano.

Todo ano o horário de verão reduz em média 5% a demanda por energia no país no horário de maior consumo (entre 18h e 21h).

Neste ano, o horário de verão durou 133 dias, período maior do que a média, de 121 dias por ano. Essa mudança ocorreu devido ao carnaval, que caiu no terceiro domingo de fevereiro, quando geralmente é encerrado o horário de verão.

Fim do Horário de Verão

Fim do Horário de Verão

Os relógios deverão ser atrasados em uma hora no final deste sábado (25/02), com o término do horário de verão. Dessa forma, às 0h do domingo, os relógios devem ser ajustados para às 23h, nos estados que aderiram ao horário de verão neste ano.
Todo ano o horário de verão reduz em média 5% a demanda por energia no país no horário de maior consumo (entre 18h e 21h).
Neste ano, o horário de verão durou 133 dias, período maior do que a média, de 121 dias por ano. Essa mudança ocorreu devido ao carnaval, que caiu no terceiro domingo de fevereiro, quando geralmente é encerrado o horário de verão.

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Vem ai o 2º Concurso de Blogueiros - Saúde da Família

Vem ai o 2º Concurso de Blogueiros - Saúde da Família

Vem ai o 2º Concurso de Blogueiros - Saúde da Família

Vem ai o 2º Concurso de Blogueiros - Saúde da Família

Água e boa alimentação são fundamentais para quem quer ter energia no carnaval

Água e boa alimentação são fundamentais para quem quer ter energia no carnaval

Para aguentar os dias de folia, tente não descuidar da alimentação. Esta é a dica de médicos e nutricionistas, que sugerem uma dieta rica em vitaminas e minerais para quem quer festejar à vontade. O mais importante é investir na hidratação para evitar a dor de cabeça, o cansaço excessivo e a fraqueza muscular. Dois litros de água ou uma garrafa pequena a cada hora no sol ajudam a manter o corpo hidratado. Quem passar o dia sob o sol deve beber mais água.

É recomendado 3,5 litros de água por dia para um homem adulto. Para as mulheres 2,5 litros de água por dia são suficientes. Isso para um clima médio de 20º a 25º C. Em temperaturas mais elevadas a necessidade da ingestão de líquidos é maior, por isso fique atento às necessidades do seu corpo.



Crianças e idosos se beneficiam muito da água de coco, rica em minerais como potássio e que recarrega as baterias em segundos. Evite os refrigerantes diet ou normais, principalmente os com cafeína, que em excesso podem desidratar. Pão, frutas e macarrão

Como é praticamente impossível ficar longe do álcool, tente intercalar as latinhas de cerveja com um ou dois copos de suco de frutas ou água. Assim é possível manter o pique por mais tempo e a ressaca é menor no dia seguinte. Um café da manhã reforçado para quem vai acordar cedo para passar o dia nos blocos. Beber de estômago vazia só traz prejuízos, e as chances de ir embora da festa antes da hora aumentam.

Opte pelos pães e cereais integrais, laticínios desnatados , como leite, iogurtes e queijos magros, além de frutas e sucos. Evite refeições gordurosas, como as carnes gordurosas, frituras, feijoadas, pizzas, embutidos, queijos amarelos e molhos à base de creme de leite ou maionese, pois demoram muito para serem digeridas.

Ao longo do dia, dê preferência aos cereais integrais, como as massas e o arroz, e aposte nas batatas, aipim, inhame ou milho cozido, que fornecem energia. Para prolongar a saciedade, adicione uma proteína como frango sem pele, peixe ou queijos magros.

Durante a folia, coma barras de cereais light, frutas secas e frutos oleaginosos (nozes, castanhas ou amêndoas) que repõem a energia gasta. No fim da noite, realize refeições mais leves como sanduíches naturais e sucos de frutas. É importante realizar cerca de 6 refeições pequenas ao longo do dia, comendo de 4 a 5 horas para suportar o desgaste físico e manter uma boa energia durante todo o carnaval.

Quem não tiver tempo para almoçar ou jantar deve apostar nos lanches leves, práticos e rápidos. Picolés de fruta, os sanduíches naturais sem maionese (prefira ricota ou cottage), e as vitaminas de frutas.

O problema maior do Carnaval está no consumo exagerado de bebidas alcoólicas durante a festa.

Os altos níveis de álcool geram riscos de queda das taxas de glicose do sangue, com tonturas, sudorese e desidratação, podendo levar ao torpor ou até ao coma. As bebidas alcoólicas também deprimem o sistema imunológico e facilitam a instalação de doenças infecciosas.

Se exagerou na bebida, pegue leve no dia seguinte. Evite o álcool para deixar o corpo se desintoxicar e aposte em alimentos ricos em vitaminas e minerais, como frutas, sucos naturais, cereais integrais, feijão, água de coco, pão e macarrão.


Água e boa alimentação são fundamentais para quem quer ter energia no carnaval

Água e boa alimentação são fundamentais para quem quer ter energia no carnaval

Para aguentar os dias de folia, tente não descuidar da alimentação. Esta é a dica de médicos e nutricionistas, que sugerem uma dieta rica em vitaminas e minerais para quem quer festejar à vontade. O mais importante é investir na hidratação para evitar a dor de cabeça, o cansaço excessivo e a fraqueza muscular. Dois litros de água ou uma garrafa pequena a cada hora no sol ajudam a manter o corpo hidratado. Quem passar o dia sob o sol deve beber mais água.
É recomendado 3,5 litros de água por dia para um homem adulto. Para as mulheres 2,5 litros de água por dia são suficientes. Isso para um clima médio de 20º a 25º C. Em temperaturas mais elevadas a necessidade da ingestão de líquidos é maior, por isso fique atento às necessidades do seu corpo.

Crianças e idosos se beneficiam muito da água de coco, rica em minerais como potássio e que recarrega as baterias em segundos. Evite os refrigerantes diet ou normais, principalmente os com cafeína, que em excesso podem desidratar. Pão, frutas e macarrão
Como é praticamente impossível ficar longe do álcool, tente intercalar as latinhas de cerveja com um ou dois copos de suco de frutas ou água. Assim é possível manter o pique por mais tempo e a ressaca é menor no dia seguinte. Um café da manhã reforçado para quem vai acordar cedo para passar o dia nos blocos. Beber de estômago vazia só traz prejuízos, e as chances de ir embora da festa antes da hora aumentam.
Opte pelos pães e cereais integrais, laticínios desnatados , como leite, iogurtes e queijos magros, além de frutas e sucos. Evite refeições gordurosas, como as carnes gordurosas, frituras, feijoadas, pizzas, embutidos, queijos amarelos e molhos à base de creme de leite ou maionese, pois demoram muito para serem digeridas.
Ao longo do dia, dê preferência aos cereais integrais, como as massas e o arroz, e aposte nas batatas, aipim, inhame ou milho cozido, que fornecem energia. Para prolongar a saciedade, adicione uma proteína como frango sem pele, peixe ou queijos magros.
Durante a folia, coma barras de cereais light, frutas secas e frutos oleaginosos (nozes, castanhas ou amêndoas) que repõem a energia gasta. No fim da noite, realize refeições mais leves como sanduíches naturais e sucos de frutas. É importante realizar cerca de 6 refeições pequenas ao longo do dia, comendo de 4 a 5 horas para suportar o desgaste físico e manter uma boa energia durante todo o carnaval.
Quem não tiver tempo para almoçar ou jantar deve apostar nos lanches leves, práticos e rápidos. Picolés de fruta, os sanduíches naturais sem maionese (prefira ricota ou cottage), e as vitaminas de frutas.
O problema maior do Carnaval está no consumo exagerado de bebidas alcoólicas durante a festa.
Os altos níveis de álcool geram riscos de queda das taxas de glicose do sangue, com tonturas, sudorese e desidratação, podendo levar ao torpor ou até ao coma. As bebidas alcoólicas também deprimem o sistema imunológico e facilitam a instalação de doenças infecciosas.
Se exagerou na bebida, pegue leve no dia seguinte. Evite o álcool para deixar o corpo se desintoxicar e aposte em alimentos ricos em vitaminas e minerais, como frutas, sucos naturais, cereais integrais, feijão, água de coco, pão e macarrão.

Ministério da Saúde lança campanha de prevenção da aids no carnaval

Ministério da Saúde lança campanha de prevenção da aids no carnaval

Os jovens de 15 a 24 anos, principalmente gays, são o foco da campanha de prevenção da aids no carnaval 2012, que será lançada hoje pelo Ministério da Saúde. O lançamento será na quadra da Escola de Samba Acadêmicos da Rocinha, no Rio de Janeiro

O aumento da incidência da doença entre gays dessa faixa etária chama a atenção das autoridades de saúde. O crescimento foi de 10,1%, conforme dados divulgados pelo governo federal no fim do ano passado. Em 2010, para 10 heterossexuais com aids, existiam 16 homossexuais. Em 1998, a relação era de 10 para 12.

Em 2011, o governo deu início a ações para conter o avanço da aids entre os jovens, usando as redes sociais para comunicar-se com esse público.

Antes e durante o carnaval, o governo deve veicular mensagens na televisão e no rádio alertando para a importância do uso do preservativo. Após a festa, serão divulgada mensagens estimulando a população a fazer o teste rápido da aids para o diagnóstico da doença, como foi feito nos anos anteriores.

Ministério da Saúde lança campanha de prevenção da aids no carnaval

Ministério da Saúde lança campanha de prevenção da aids no carnaval

Os jovens de 15 a 24 anos, principalmente gays, são o foco da campanha de prevenção da aids no carnaval 2012, que será lançada hoje pelo Ministério da Saúde. O lançamento será na quadra da Escola de Samba Acadêmicos da Rocinha, no Rio de Janeiro
O aumento da incidência da doença entre gays dessa faixa etária chama a atenção das autoridades de saúde. O crescimento foi de 10,1%, conforme dados divulgados pelo governo federal no fim do ano passado. Em 2010, para 10 heterossexuais com aids, existiam 16 homossexuais. Em 1998, a relação era de 10 para 12.
Em 2011, o governo deu início a ações para conter o avanço da aids entre os jovens, usando as redes sociais para comunicar-se com esse público.
Antes e durante o carnaval, o governo deve veicular mensagens na televisão e no rádio alertando para a importância do uso do preservativo. Após a festa, serão divulgada mensagens estimulando a população a fazer o teste rápido da aids para o diagnóstico da doença, como foi feito nos anos anteriores.

Carmem Folia e CFFC alegram o Largo da Penha

Carmem Folia e CFFC alegram o Largo da Penha

A Casa de Convivência Carmem Miranda e a CF Felippe Cardoso invadiram o Largo da Penha levando os seus foliões. Com fantasias, confetes, serpentinas, animação e muita alegria a bateria do Mestre Durval e um carro de som relambraram os carnavais antigos com marchinhas e samba enrendo. La estavam presentes: Leandro Abal, Juliana, Cristiane Brasil, Izamar entres outros.























































Infográfico

12 Grupos de Saúde
em nossa unidade.
2,450,000 Metros Quadrados
é o tamanho da nossa área de abrangência.
28.876 Usuários
beneficiados por nossa unidade.

Como eu Faço

Como eu Faço
Visita domiciliar, acolhimento e atividades de grupo
Vai Acontecer
Grupos e ações promovidos pela unidade que irão acontecer.
Conheça esta história
História contada por um ACS
Saúde nas Escolas
Integração com as escolas e creches locais.
Protagonismo Juvenil
Grupo de adolescentes que apóiam as ações de promoção da saúde existentes na unidade.
Integração
Saúde da Família e Vigilância em Saúde.
Integração
Ensino-Serviço-Comunidade
Academia Carioca
Atividade física diária pode mudar sua vida.

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