CF Felippe Cardoso

Av. Nossa Senhora da Penha, 42 - Penha - Rio de Janeiro - RJ | CEP: 21070-390
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Funcionamento: Segunda-feira a Sexta-feira das 07h às 19h - Sábado das 08h às 12h
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quinta-feira, 28 de junho de 2012

A INSERÇÃO DOS ACADÊMICOS

A INSERÇÃO DOS ACADÊMICOS

RELATO DE EXPERIÊNCIA


CARACTERIZAÇÃO DO PROBLEMA

Com a reformulação curricular diversas perspectivas de mudanças foram adotadas para fortalecimento da formação dos profissionais de saúde, dentre estas, a integração ensino-serviço aproximando-se da proposta dos modelos tecnoassistenciais, com a prática do cuidado em  saúde, com o trabalho em equipe e com a educação permanente. Este relato de experiência objetivou conhecer os desafios e perspectivas que envolvem a integração entre o ensino e o serviço na formação acadêmica do profissional enfermeiro. 



DESCRIÇÃO DA EXPERIÊNCIA


Vinte e oito acadêmicos de enfermagem da Escola de Enfermagem Anna Nery realizaram estágio, durante o segundo semestre de 2011, em cinco clínicas da família pertencentes a CAP 3.1. Destes vinte e oito, oito participaram deste estágio na Clínica da Família Felipe Cardoso, localizada na Penha, a qual é contemplada por este recorte temporal. Entre as atividades realizadas pelos acadêmicos, encontram-se as consultas de enfermagem de puericultura, pré-natal, ginecológica e consulta de adulto, assim como procedimentos, visitas domiciliares, atividades administrativas, educativas e educação permanente.



EFEITOS ALCANÇADOS

Identificou-se que a inserção dos acadêmicos no último período de graduação resgata conhecimentos adquiridos ao longo da jornada acadêmica, assim como proporciona uma educação continuada dos preceptores que necessitam retornar à teoria para contemplar os questionamentos dos acadêmicos e se atualizar. Além disso, pode-se perceber que a participação dos acadêmicos em interconsultas favorece à interdisciplinaridade da assistência e trabalho em equipe, permitindo o desenvolvimento da autonomia e estímulo ao aprendizado tanto para o acadêmico quanto para  profissional da atenção primária.




RECOMENDAÇÕES

O atendimento de forma holística e multidisciplinar junto ao usuário proporciona uma vasta oportunidade de aplicação dos conhecimentos profissionais e otimização na assistência prestada, além do desenvolvimento de habilidades que não podem ser adquiridas apenas com conteúdo teórico: como a relação interpessoal, percepção das necessidades individuais e organização de um processo de identidade profissional, compreendendo, assim, o que vem a ser uma Estratégia da Saúde da Família, possibilitando a formação de profissionais competentes e capazes de aplicar em suas práticas futuras os princípios do SUS de universalidade, equidade e integralidade da assistência.




Escrito por: Enfermeira Shirley 
Equipe Três Reis

GEOPROCESSAMENTO

GEOPROCESSAMENTO

UM RELATO DE EXPERIÊNCIA


CARACTERIZAÇÃO DO PROBLEMA

O Programa Saúde da Família (PSF) foi proposto em 1994 como uma estratégia de reorientação do modelo assistencial, baseada no trabalho de equipes multiprofissionais em Unidades Básicas de Saúde (UBS). Estas equipes são responsáveis pelo acompanhamento de uma população adscrita, localizada em uma área delimitada, através de ações de promoção de saúde, prevenção, recuperação, reabilitação de doenças e agravos mais frequentes. A territorialização é um dos pressupostos básicos do trabalho do PSF. Reconhecer o território é um passo básico para a caracterização da população a ser assistida pela equipe de saúde, bem como para avaliar o impacto dos serviços sobre os níveis de saúde da mesma. O processo de territorialização é um dos pressupostos fundamentais da Estratégia de Saúde da Família. Essa tarefa adquire, no entanto, ao menos três sentidos diferentes e complementares: a de demarcação de limites das áreas de atuação dos serviços; de reconhecimento do ambiente, população e dinâmicas sociais existentes nestas áreas; e de estabelecimento de relações horizontais com outros serviços adjacentes e verticais com centros de referencia. No entanto, percebe-se a preocupação em operacionalizar o conceito de território, limitando-o à demarcação de áreas e adscrição de clientela, sem, no entanto, uma discussão sobre os seus múltiplos sentidos. O território é um espaço em permanente construção e reconstrução. Sua concepção deve transpor o conceito de um território-solo, envolvendo os aspectos econômicos, políticos, sociais, culturais e epidemiológicos. O conhecimento do território onde uma equipe de saúde atua é uma das estratégias utilizada para o diagnóstico e planejamento das ações em saúde do PSF. Desta forma, o território passa a ter um papel fundamental em conjunto com o cadastramento das famílias vinculadas à Unidade de Saúde do PSF. A territorialização produz várias informações importantes, sendo necessária uma ferramenta adequada para visualizá-los no sentido de subsidiar a tomada de decisões no processo de planejamento de ações de saúde. As técnicas de geoprocessamento são utilizadas no planejamento, monitoramento e avaliação das ações de saúde, além de serem consideradas como ferramentas importantes de análise das relações entre o ambiente e eventos relacionados à saúde bem como identificação de regiões e grupos sob alto risco de adoecer. Esta técnica tem permitido tanto a elaboração de projetos que promovam o desenvolvimento local, quanto a utilização de conceitos e ferramentas inerentes à geografia no sentido de planejar a territorialidade de políticas públicas, de equipamentos e ações.



DESCRIÇÃO DA EXPERIÊNCIA

Este trabalho descreve a experiência do geoprocessamento em saúde realizada pela equipe Três Reis da Clínica da Família Dr. Felippe Cardoso, localizada no bairro da Penha. Optou-se por realizar um mapa cartográfico considerando os grupos de riscos avaliados pela equipe durante seu processo de trabalho. Foi utilizado o prontuário eletrônico como fonte de dados. O chamado Complexo da Penha compreende onze comunidades que se espalham pelo território do tradicional bairro carioca, dominando a sua paisagem. O Parque Proletário da Penha é uma das comunidades que integram esse complexo, iniciando-se na Praça São Lucas e se estendendo até a região da Vacaria, localizando-se na zona da Leopoldina, próximo a igreja da penha, ponto turístico, tombado com patrimônio histórico. A área de atuação da equipe Três Reis, também conhecida como vacaria ou caixa, foi uma das duas últimas comunidades a ser formada no Bairro da Penha. Essa área era composta de fazendas que abasteciam  a região com leite e queijo, chácaras responsáveis pelo fornecimento de verduras e legumes da vizinhança e a vacaria, onde se criava gado, cavalos e porcos para consumo da população local. Inaugurada no dia 10 de dezembro de 2010, a Clínica da Família Dr. Felippe Cardoso (CFFC) possui onze equipes de Saúde da Família, com 32612 famílias cadastradas.  A equipe Três Reis é composta por seis microárias, sendo elas: MA 1 (257 famílias cadastradas); MA2 (164 famílias); MA3 (262 famílias); MA4 (209 famílias); MA5 (206 famílias); MA6 (204 famílias) totalizando 3739 pessoas cadastradas.



EFEITOS ALCANÇADOS

A análise espacial se apresenta como uma ferramenta que auxilia na tomada de decisões, para um melhor planejamento, e, portanto, a intervenção no espaço e na definição de políticas públicas que regulem o uso e a ocupação desses espaços na área da saúde. Observou-se que a partir da integração dos dados obtidos junto aos agentes comunitários de saúde foi feito um monitoramento dos agravos Hipertensão Arterial, Diabetes Mellitus, Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST) e NIC I e NIC II/III de cada microárea, possibilitando a cada agente um maior controle de suas ações. Com o uso do geoprocessamento foi possível visualizar os dados de forma mais simples, mostrando que é possível facilitar o trabalho não só do ACS, mas também da própria Unidade de Saúde da Família. Por meio da cartografia foi possível conhecer a área de inserção da Equipe Três Reis e os determinantes do processo saúde-doença. Permitiu, ainda, resgatar a história da comunidade, construir vínculos com e identificar possíveis articulações entre os vários equipamentos sociais. Diante do exposto, percebemos que a cartografia perpassou o simples conhecimento do território, já que permitiu compreender os vários sentidos do processo de territorialização, vivenciando a realidade local para além do seu espaço físico.


RECOMENDAÇÕES

O Geoprocessamento mostra-se como instrumentos de aperfeiçoamento da saúde, por poder auxiliar no planejamento, na prestação e na avaliação dos serviços à população. Revela-se como uma ferramenta útil para a gestão, possibilitando análises de situações sanitárias, avaliação de risco populacional, construção de cenários que viabilizem o planejamento de estratégias de intervenção nos diversos níveis. Ao aprofundar o conhecimento das distintas realidades das microareas durante a apropriação do território, o propósito de um planejamento e gestão dos serviços de saúde oferecidos à população, o geoprocessamento pode se tornar uma realidade na Saúde da Família. Recomendamos sua inserção nas unidades, pois ele é útil na visualização e identificação dos padrões de mortalidade e morbidade da área adscrita, através da delimitação de áreas de influência, definindo áreas de exposição a fatores de risco. Este trabalho auxilia no fortalecimento do plano de ações no primeiro nível de atenção à saúde, potencializando as diretrizes de adscrição da clientela e territorialização, e o princípio da descentralização.



Escrito por: Enfermeira Shirley 
Equipe Três Reis

ESCOLAS NA ÁREA DA FELIPPE CARDOSO.

ESCOLAS NA ÁREA DA FELIPPE CARDOSO.


CIEP GREGÓRIO BEZERRA
Fundada em:  26.05.1992
Endereço:  Rua Plínio de Oliveira
Tel:  3885 8591
Endereço eletrônico:  
ciepbezerra@rioeduca.net


Nome do Diretor (a):Patrícia da Silva Pitta Mattos
Nome do Sub diretor (a):Eliane Simões Mendes
Quantas turmas no horário da manhã:15 (sendo duas integrais)
Quantas turmas no horário da tarde: 13 / 08 à noite
Números de crianças matriculadas:  930
Quais as séries: Maternal II , EI e 1º e ao 5º ano / Classe especial e Aceleração 1 e 2.
Equipe de abrangência: Equipe Irmã Paula.
 


ESCOLA ESTUDUAL GOMES FREIRE DE ANDRADE
Fundada em: 05.01.1963
Endereço:  Rua São Maurício, 87
Tel: 2334 7520
Endereço eletrônico:  
Gomesfreire.andrade@bol.com.br




Nome do Diretor (a): Elomar Santos Moura
Nome do Sub diretor (a): Dulce Soeiro e Severina da Silva Rosa
Quantas turmas no horário da manhã: 14
Quantas turmas no horário da tarde: 14  /   noite - 12
Números de crianças matriculadas:  1.702
Quais as séries:  1º, 2º e 3º ano do ensino médio.
Equipe de abrangência: Equipe Irmã Paula.
 
 
Nome da Escola: Escola Municipal São Vicente
Fundada em:  08.05.1962
Endereço:  Rua Irmã Paula, 02
Tel:  xxxx xxxx
Endereço eletrônico:     emvicente@rioeduca.net
Nome da Diretor (a):     Soraia Monteiro Carneiro
Nome da Sub diretor (a):     Wilclea Santos da Silva
Quantas turmas no horário da manhã: 07
Quantas turmas no horário da tarde:  07
Números de crianças matriculadas:  458
Quais as séries: EI AO 5º ano
Equipe de abrangência: Irmã Paula







 
ESCOLA MUNICIPAL MONSENHOR ROCHA
Fundada em: 10.11.1943
Endereço:  Av. Nossa Senhora da Penha, 589
Tel:  8459 7070 / 7743 6160
Endereço eletrônico:  
emmrocha@rioeduca.net



Nome do Diretor (a):Glória Aradas Blanco Almeida
Nome da Sub diretor (a): rita de Cássia Soares Miranda
Quantas turmas no horário da manhã: 15
Quantas turmas no horário da tarde: 15
Números de crianças matriculadas:  951
Quais as séries: Maternal II , EI  ao 5º ano.
Equipe de abrangência: Equipe Penha.
 
ESCOLA MUNICIPAL LEONOR COELHO PEREIRA
Fundada em: 26.06.1975
Endereço:  Av. Nossa Senhora da Penha, 599
Tel: 8909 3108
Endereço eletrônico:
emleonor@rioeduca.net



Nome do Diretor (a): Vera Lúcia Souza Caldas
Nome do Sub diretor (a): Deane Maria Santos da Silva
Quantas turmas no horário da manhã: 12
Quantas turmas no horário da tarde: 12
Números de crianças matriculadas:  900
Quais as séries:  do 1º ao 9º ano do ensino fundamental.
Equipe de abrangência: Equipe Penha.

 

ESCOLA MUNICIPAL BERNARDO DE VASCONCELOS
Fundada em: 06.08.1966
Endereço: Praça Santa Rosália, 100
Tel: 8459 6677
Endereço eletrônico:
embernardo@rioeduca.net



Nome do Diretor (a): Rita de Cássia Braga Souza
Nome do Sub diretor (a): Rosane Cristina Rodrigues Lancelot
Quantas turmas no horário da manhã: 7
Quantas turmas no horário da tarde: 7
Números de crianças matriculadas:  460
Quais as séries:  do 6º ao 9º ano do ensino fundamental.
Equipe de abrangência: Equipe Irmã Paula.
 

ESCOLA MUNICIPAL JURACY CAMARGO
Fundada em: 27.03.1973
Endereço: Estada José Ruccas, 1465 - Olaria
Tel: 9544 2089 / 8909 3094
Endereço eletrônico:
emjoracy@rioeduca.net


Nome do Diretor (a): Telma da Silva Teixeira
Nome do Sub diretor (a): Ana Maria Lopes do Couto Pinto
Quantas turmas no horário da manhã: 15
Quantas turmas no horário da tarde: 15
Números de crianças matriculadas:  815
Quais as séries:  EI ao 5º ano e 2 (duas) turmas classe especial.
Equipe de abrangência:Equipe 4 Bicas.

 

CIEP  BRANDÃO MONTEIRO
Fundada em: 17.03.1992
Endereço: Rua Saõ Vicente de Paula, 625 - Penha
Tel: 8909 3104
Endereço eletrônico:
ciepcarlosb@rioeduca.net



Nome do Diretor (a): Ana Paula Baptista Lima
Nome do Sub diretor (a): Rosane Machado Nunes
Quantas turmas no horário da manhã: 12 integrais
Quantas turmas no horário da tarde: 12 integrais
Números de crianças matriculadas:  383
Quais as séries:  EI ao 6º ano (6º ano não é integral).
Equipe de abrangência: Equipe Regina.

Atividades Realizadas no mês de junho nas Escolas do PSE- Equipes Uanapu e Merendiba

Atividades Realizadas no mês de junho nas Escolas do PSE- Equipes Uanapu e Merendiba

Tema: Dengue
Atividade Realizada:
Foram abordadas maneiras de como prevenir a dengue, suas consequências para a saúde, e os cuidados necessários.  A estratégia utilizada para sensibilização dos alunos foi a aplicação de um jogo de perguntas e respostas sobre a temática, havendo premiação para os alunos que acertaram as perguntas.  O jogo de perguntas despertou a atenção dos alunos para o tema que é de alta relevância para a saúde atualmente.  Cabe ressaltar que também houve um incentivo para que as crianças divulguem as informações obtidas para amigos e familiares.

CIEP  Gregório Bezerra:
As atividades foram realizadas pela equipe de saúde bucal juntamente com a enfermeira da equipe Merendiba no dia 06 de junho de 2012. 
Turmas que participaram:3
Alunos que participaram:100




E. M Leonor Correa: as atividades foram realizadas pela equipe de saúde bucal juntamente com a enfermeira da equipe Uanapú e duas acadêmicas de enfermagem no dia 13 de junho de 2012.
Turmas que participaram:3
Alunos que participaram:97

Escola de Enfermagem Anna Nery

Escola de Enfermagem Anna Nery


Universidade Federal do Rio de Janeiro

Centro de Ciências da Saúde
Escola de Enfermagem Anna Nery
Departamento de Enfermagem de Saúde Pública
Programa Curricular Interdepartamental XI




ATIVIDADE DE EDUCAÇÃO EM SAÚDE
Campo Prático: Clínica da Família Felippe Cardoso.

Acadêmicos:

Alessandra Félix  Da Silva André – DRE: 109039722
Átila Ferreira Pinto – DRE: 109039918
Caroline Costa do Nascimento – DRE: 108035385
Isla Rosany da Silva Santos – DRE: 109040294
Luiziane de Oliveira Geraldo da Silva – DRE: 109040040
Paloma Batista dos Santos – DRE: 109040333
Thais da Silva Kneodler – DRE: 109039811
Victor Hugo Souza Alves Vieira – DRE: 109039942





Profª Drª: Rachel Figueiró




Rio de Janeiro,
Maio de 2012.


RELATÓRIO DE EDUCAÇÃO EM SAÚDE

1.        CONSIDERAÇÕES INICIAIS

Este relatório trata de detalhar a atividade de educação em saúde elaborada e desenvolvida pelos acadêmicos de enfermagem do 7º período da Escola de Enfermagem de Anna Nery (EEAN) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), durante a prática curricular obrigatória no campo da Clínica de Saúde da Família Felippe Cardoso (CFFC), no Bairro da Penha. 
A atividade foi desenvolvida na própria CFFC, onde foi abordado o tema Identificando pessoas com deficiência na comunidade, tema este que foi sugerido às Enfermeiras das Equipes Penha, Regina, Vila Cruzeiro e Três Reis e aceito de forma unânime.
O objetivo desse trabalho é informar e esclarecer aos ACS a respeito da identificação das pessoas com deficiência no domicílio, com a finalidade de fornecer suporte para a identificação e abordagem de pessoas com deficiência na comunidade.
2.  APRESENTAÇÃO
Local de Realização da atividade: Auditório da Clínica de Saúde da Família Felippe Cardoso.
Data programada para a atividade: 03 de Maio de 2012.
Tema a ser abordado: Identificando pessoas com deficiência na comunidade.
Público alvo: ACS das equipes Penha, Regina, Vila Cruzeiro e Três Reis.



3.                  TRAJETÓRIA DE ELABORAÇÃO DA ATIVIDADE
No dia 26 de março (segunda-feira) iniciou-se o estágio na Clínica da Família Felippe Cardoso onde foram sugeridas as temáticas a serem abordadas.
No dia 27 de março (terça-feira) as enfermeiras das equipes Penha, Regina, Vila Cruzeiro e Três Reis foram questionadas quanto à temática de sua preferência, tendo como opções: Álcool e trânsito ou Identificação e abordagem das pessoas com deficiência no domicílio. Diante dos temas apresentados as enfermeiras de forma unânime optaram por abordarem o segundo tema apresentado. Neste mesmo dia os alunos Victor e Luiziane realizaram buscas de referenciais teóricos e iniciaram a seleção dos materiais.
No dia 29 de março (quinta-feira) as alunas Isla e Luiziane iniciaram a elaboração dos slides que serão utilizados no dia da realização da educação em saúde.
No dia 02 de abril, foi identificada a presença de dois formulários de cadastramento, um sobre pessoas com deficiência física e outro sobre pessoas com deficiência mental e surgiu o questionamento sobre a utilização destes pelos agentes comunitários de saúde. A professora Raquel pediu para as sêniores Keila e Renata, juntamente com a acadêmica Alessandra buscarem o levantamento do número de deficientes físicos e mentais em cada equipe. As alunas foram em cada local de equipe buscar informações onde poderiam receber o número de deficientes, porém foi notório o desconhecimento dos agentes comunitários sobre a existência do formulário e a sua não utilização na visita domiciliar. Houve contradições de informações por enfermeiras e ACS sobre como conseguir encontrar no sistema o número de deficientes cadastrados. Enquanto as seniores buscavam mais informações, a aluna Alessandra perguntou a um ACS se haveria possibilidade de receber esses números a nível central, ou seja, de todas as equipes através do sistema, e ele a direcionou procurar pelo Leandro da ALERT (Serviços de Licenciamento de Sistemas de Informática para a Saúde), pois ele poderia disponibilizar todas as informações.  As alunas procuraram pelo gerente Leandro o qual pediu autorização para a gerente Letícia para estar passando todos os dados, que foram disponibilizados via e-mail. Após a coleta, as alunas montaram um quadro com a quantidade de deficientes físicos e mentais de cada equipe. Na Otics, foi requerido pelo funcionário de informática, vídeos para serem apresentados na sala de espera do pólo de Dengue, os quais a acadêmica Alessandra buscou na internet e enviou para o seu e-mail.
No dia 09 de Abril (segunda-feira), a aluna Caroline juntamente com a sênior Keila acrescentaram a apresentação de slides, mapa e gráfico sobre número de pessoas com deficiência no Brasil. Também reavaliaram as perguntas do questionário e acrescentaram novas perguntas que tivessem relação com os objetivos. Conversamos com gerente da CFFC, Leandro, que nos ajudou na ausência da enfermeira Letícia, sobre quais são as interfaces entre os ACS, PAD e NASF em relação a identificação de deficiências na comunidade e nos foi relatado que há um guia para referenciar os casos de deficiência que precisem de ajuda específica para a equipe do CFFC. As alunas Paloma e Thais Kneodler também foram ao PAD buscar as informações referentes ao objetivo acima e foi relatado que seguem o guia referencial que deve vir de uma instituição hospitalar e avaliam a urgência da visita no caso de haver úlceras de decúbito por exemplo.
No dia 10 de Abril (terça-feira), as alunas Caroline Costa e Thais Kneodler acrescentaram à apresentação de slides novas perguntas, casos clínicos, mudança do título para “Identificando a deficiência na comunidade” e figuras. Também foi elaborado o passo a passo das cenas do teatro dos casos clínicos. Juntamente encontramos o Guia Prático dos Agentes Comunitários de Saúde que dispõem, entre outras temáticas, sobre a atenção à pessoa com deficiência. As atualizações na apresentação de slides, o passo a passo dos casos clínicos e o guia prático dos ACS foram enviados para o email da turma.
No dia 16 de Abril (segunda-feira), as alunas Isla Santos, Thais Kneodler, Paloma Batista e Caroline Costa, juntamente com as seniores e a Profª Rachel Figueiró organizaram a apresentação do caso clínico “Identificando a deficiência na Comunidade”. Primeiramente, os ACS’s serão divididos em dois grupos, GRUPO A e GRUPO B, para que possa ser desenvolvidos discussões e debates. A apresentação do caso clínico se dará em 3 etapas:
A primeira etapa será de sensibilização, serão atividades realizadas com os ACS’s da seguinte forma: A aluna Thais Kneodler irá conduzir a atividade em que um ACS irá percorrer um trajeto em uma cadeira de rodas pela clínica; A aluna Paloma Batista conduzirá a atividade de mímica, realizada com um ACS que irá representar uma pessoa com deficiência de fala; e a aluna Caroline Costa irá conduzir a atividade realizada com um ACS representando um indivíduo com deficiência visual, que irá percorrer um trajeto na clínica com os olhos vendados. Essas atividades têm como objetivo sensibilizar os ACS’s para que eles possam observar as dificuldades que os indivíduos portadores de alguma deficiência passam no seu dia a dia.
            A segunda etapa será de apresentação do conteúdo teórico do caso clínico, que será realizada pelo aluno Victor Hugo.
            E, a terceira etapa que consistirá em uma dinâmica, onde serão representados em forma de teatro dois casos clínicos: No primeiro, a aluna Thais Kneodler fará o papel de um cadeirante e a aluna Paloma Batista representará um ACS. Nesta cena, os ACS’s terão que dizer a continuidade da visita domiciliar, pois a cena irá congelar em um certo momento, com a finalidade que eles consigam identificar a deficiência e a abordagem correta nesta simulação de visita domiciliar.
No segundo caso, a aluna Thais Kneodler irá fazer o papel de um paciente ostomizado e o aluno Átila representará um ACS. Neste caso de deficiência não aparente, os ACS’s terão que dizer que tipo de deficiência aquela pessoa tem, e da mesma forma, terão que conduzir a visita domiciliar de maneira adequada, a partir da última cena que será passada.
A aluna Isla Santos será a narradora das duas cenas e a pessoa que irá se comunicar com os ACS’s para que eles possam dar continuidade às cenas.
Também foi decidido neste dia com a Isamar (OTICS), que a Unidade irá nos oferecer no dia da apresentação do seminário 30 unidades de cachorros quentes para o coffe-break. E a distribuição de comidas entre a equipe da Escola de Enfermagem Anna Nery ficou da seguinte forma:
No dia 24 de Abril (terça-feira), as alunas Caroline Costa e Luiziane Geraldo acrescentaram à apresentação de slides os conceitos de CIF e CIDID.













4.                  IDENTIFICANDO PESSOAS COM DEFICIÊNCIA NA COMUNIDADE
No dia 03 de Maio (quinta-feira) ocorreu a educação em saúde onde foi apresentado o tema: Identificando pessoas com deficiência na comunidade. Participantes: 8 acadêmicos do 7º período, a professora responsável e 3 ACS’s (equipes Regina e Penha).
Acreditamos que a baixa adesão à atividade ocorreu devido ao aumento dos atendimentos no pólo da Dengue e à pouca divulgação do evento. 
Buscando sensibilizar os ACS’s sobre a importância da identificação dessas pessoas na comunidade realizamos a dinâmica: vivenciando as deficiências, onde cada ACS participou de uma atividade junto com um acadêmico, sendo elas: simular deficiência física (andar de cadeira de rodas), visual (caminhar com os olhos vendados) e auditiva (comunicação por mímica). Após cada experiência, as ACS’s puderam compartilhar as dificuldades de cada deficiência e o desconforto em relação aos olhares das pessoas, fato que contribuiu para entender melhor as complexidades do dia a dia das pessoas com deficiência.
Posteriormente, foi apresentado o conteúdo teórico que foi elaborado à luz de decretos, classificações e políticas públicas onde foram abordados os conceitos, causas e dados epidemiológicos da deficiência no Brasil e no mundo. Cumprida esta etapa buscamos conhecer o nível de informação das ACS’s através de perguntas chaves que foram respondidas a partir de suas experiências com a população.
Para finalizar e avaliar a aderência das ACS’s à atividade realizada ao longo da manhã, realizamos duas esquetes em que encenávamos uma visita domiciliar de um ACS à um usuário ostomizado e outro cadeirante.  As ACS’s puderam relatar de que forma fariam a visita buscando identificar situações de deficiência através de perguntas e da ficha de cadastro.




5.                  CONCLUSÃO
A construção do conhecimento para a atividade proporcionou grandes ganhos para os acadêmicos que vivenciaram a atividade. Através do acompanhamento das atividades de visita domiciliar realizada pelos agentes comunitários, pôde-se construir os alicerces da atividade focando as necessidades da prática desses profissionais.
Desta forma pode-se inferir que atividade apresentada, proporcionou grandes ganhos acadêmicos para os alunos. Estes puderam associar as atividades já presenciadas com o conhecimento científico adquirido em sala de aula.
Esperamos que a atividade realizada venha ratificar o conteúdo de formação dos agentes comunitários para situações de identificação e avaliação básica de portadores de deficiência física, bem como instigar a construção de um pensamento crítico reflexivo. Atentando para as peculiaridades dos desdobramentos psicológicos e fisiológicos dos acometidos pela deficiência física, podemos ressaltar o impacto da atividade de identificação realizada pelo ACS de forma célere.
Acreditamos que a transformação dos conhecimentos obtidos em atividades teóricas da graduação de cunho científico para uma apresentação objetiva e lúdica, propiciou a aproximação do tema com a realidade bem como possibilitou a estes profissionais imprimir a abordagem apropriada a população portadora de deficiência física.

Gradução Medicina UFRJ

Gradução Medicina UFRJ

AVALIAÇÃO DA RESOLUTIVIDADE ENTRE MÉDICOS DA ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE



GRUPO DE SAUDE DA MULHER

GRUPO DE SAUDE DA MULHER

Este grupo teve como objetivo, informar, orientar e conscientizar os usuários sobre o planejamento familiar mostrando os métodos contraceptivos, os contra e prós de cada um deles. Assim cada casal pode escolher quando quer que venha os filhos e a quantidade.
Nos grupos os profissionais fazem demostrações de como funcionam os orgãos  reprodutores, e como cada método funciona.
Aqui o grupo da enfermeira Livia Equipe Aparecida



Aqui o grupo com a enfermeira Tania Equipe São Lucas

segunda-feira, 25 de junho de 2012

ACOLHIMENTO EM UNIDADES DE SAÚDE DA FAMÍLIA

ACOLHIMENTO EM UNIDADES DE SAÚDE DA FAMÍLIA

PERSPECTIVAS DO AGENTE COMUNITÁRIO DE SAÚDE

Introdução

Acolhimento tem sido a estratégia que representa a possibilidade de alteração do processo de trabalho em saúde, nas ações de acesso e qualidade do atendimento. Tal estratégia deve ser permeada pela perspectiva de integralidade do indivíduo, ética e valorização da humanização das relações. Valorizando que a relação entre os usuários dos serviços e profissionais de saúde seja de escuta e responsabilidade, constituindo vínculos e compromissos entre eles. Mas, mesmo entre os profissionais das equipes de saúde da família, pode ocorrer dificuldade no discernimento da proposta de acolhimento.

Objetivo

Neste estudo o objetivo é identificar as concepções acerca do acolhimento na perspectiva dos Agentes Comunitários de Saúde e discutir a vivência desta estratégia entre estes trabalhadores. Métodos: Foi realizado em três equipes de saúde da família, da área programática 3.1, no município do Rio de Janeiro.
Ocorreu no período de julho a setembro de 2011, tendo como sujeitos trinta e dois agentes comunitários dessas equipes. Os dados foram coletados através de entrevista semi-estruturada e para o processamento dos dados, foi utilizado o método de análise temática.

Resultados

O acolhimento representa o momento de escuta, identificação e compreensão das necessidades trazidas pelos usuários. Mas, para efetivar a resolutividade exigida pela concepção do acolhimento faz-se necessário a complementariedade da atenção por outros profissionais. A organização pode denotar uma fragmentação do trabalho da equipe, com possibilidade de burocratizar a ação. Os agentes afirmam não desempenhar a avaliação de risco e a continuidade do atendimento ao usuário e pode ser desenvolvido no serviço ou nas unidades de referências.

Conclusão

O discurso da concepção coaduna com a literatura revisada, haja vista que a relação deve ser pautada na atenção e no comprometimento com o retorno frente às demandas identificadas. No cotidiano desses profissionais, sua participação no acolhimento tem gerado insatisfações relacionadas à sobrecarga de trabalho e à baixa aceitação por parte dos usuários, pois estes são vistos como dificultadores da consulta com o médico. Desta forma para não reproduzir velhas práticas do acolhimento é constante a reflexão e avaliação para reorganização do processo de trabalho.




Escrito por: Enfermeira Shirley 
Equipe Três Reis

Infográfico

12 Grupos de Saúde
em nossa unidade.
2,450,000 Metros Quadrados
é o tamanho da nossa área de abrangência.
28.876 Usuários
beneficiados por nossa unidade.

Como eu Faço

Como eu Faço
Visita domiciliar, acolhimento e atividades de grupo
Vai Acontecer
Grupos e ações promovidos pela unidade que irão acontecer.
Conheça esta história
História contada por um ACS
Saúde nas Escolas
Integração com as escolas e creches locais.
Protagonismo Juvenil
Grupo de adolescentes que apóiam as ações de promoção da saúde existentes na unidade.
Integração
Saúde da Família e Vigilância em Saúde.
Integração
Ensino-Serviço-Comunidade
Academia Carioca
Atividade física diária pode mudar sua vida.

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